Isto sou eu...nem mais nem menos, o eu que a realidade olha mas não vê!
26 de Maio de 2009

...mais gosto do meu canário!

 

   Os seres humanos conseguem ser impiedosos, mesquinhos, intrometidos, julgadores, opinativos, falsos, calculistas..., ..., ...!

   Já devia ter aprendido que nem todas as pessoas são como a Madre Teresa de Calcutá, mas pelos vistos vou continuando a ter encontros inesperados com a parede e a não aprender nada com eles. Chamem-me ingénua ou optimista, como queiram, mas prefiro isso a perder a fé na humanidade!

   A esperança é sempre a última a morrer!

 

 

publicado por Luna às 23:08
sinto-me:
música: Tânia Mara - Esta noite eu vou chorar
21 de Maio de 2009

   Estou-me a tornar uma leitora assídua da revista "Happy", talvez por não ter o conteúdo da tradicional revista cor-de-rosa e abordar assuntos actuais de vários tipos. Este mês a leitura foi tardia, mas mais vale tarde que nunca!

   Nesta edição ouve um artigo de Carla Novo que me agradou particularmente. Trata-se de um guião de 10 passos, com base no livro "Fuck It" do autor John C. Parkin, cujo assunto é a necessidade de não levar a vida demasiado a sério e nos libertarmos da tenção diária a que estamos sujeitos, e que são desnecessárias. Gostei tanto do artigo que decidi partilhá-lo no blog, de forma simplificada, publico os 10 passos e as partes que considero mais importantes da sua descrição:

 

Desista de fazer o que não quer:

Nunca cedeu apenas para ser simpática, para obedecer aos códigos sociais que lhe ensinaram e com os quais vive sem questionar? ... Diga "que se lixe" à simpatia forçada, à boa educação fingida e não faça o que não quer fazer.

 

2º Mude de perspectiva:

Será que aquilo a que damos importância é realmente tão importante? ... Altere a perspectiva, verá que se, por exemplo, disser "que se lixe" para um carro e ficar com outro não será menos feliz por isso.

 

3º Renda-se à vida:

Viva e saboreie os bons e os maus momentos, são seus, da sua responsabilidade. Resistir será criar bloqueios, deixe fluir.

 

4º A beleza do inesperado:

Diga "que se lixe" às regras do bom e do mau, do melhor e do pior, do vale ou não vale a pena. Deixe a vida acontecer e verá que terá inicialmente a sensação de estar a perder o juízo, o controlo, mas não. Está apenas a dar os primeiros passos na sua verdadeira liberdade.

 

5º Que se lixe a ansiedade:

Criamos valores que achamos importantes em dada altura. E a pressão e o risco de não os cumprirmos é maior. Passamos a viver escravizados pelos nossos próprios valores. Experimente dizer um "que se lixe" a algumas dessas imposições e verá que se sentirá mais leve e bem mais divertida.

 

6º Que se lixe o amor:

Num relacionamento não dê tanta importância a determinadas situações, verá que fica menos dependente e que a sua auto-estima não tem de ser um iô-iô na mão do outro.

 

7º Que se lixe o dinheiro:

Quando desiste daquela compra que não pôde concretizar, ou ao contrário, quando perder a cabeça por aquelas botas fashion que lhe custaram uma fortuna. Ao invés de se culpar ou vitimizar diga em alto som um profundo "que se lixe" e verá o prazer que isso lhe causará...

 

8º que se lixe o tempo:

Diga "que se lixe" o tempo, à falta deste e verá que se sentirá mais solta, mais descontraída. Desfrute dos momentos que lhe dão prazer.

 

9º Que se lixe a disciplina:

Diga "que se lixe" à disciplina que apenas a aprisiona em falsas sensações de poder e domínio.

 

10º Diga que se lixe às suas questões:

Queremos ser pessoas generosas, meigas, sociáveis, responsáveis, atraentes, magras, inteligentes, boas profissionais, mães quase perfeitas, deusas na hora do sexo, seres espiritualmente evoluídos que sabem como limpar "karmas" de vidas passadas... Liberte-se e diga sempre que puder um grande "que se lixe!"

publicado por Luna às 13:09
sinto-me: "que se lixe!"
música: Mariah Carey - Butterfly
15 de Maio de 2009

   Após uma longa noite de insónias não houve nada que não me tivesse passado pelo pensamento. Dado o longo e cansativo dia que tive ontem previa uma noite muito bem dormida, mas estava errada, lá passei mais uma noite sem conseguir dormir mais que 20 minutos. Há pessoas muito estranhas.

   A verdade é que os meus sonos têm andado completamente trocados ultimamente. E como ainda não consegui descobrir a a origem, nem a solução do problema vou-me "aguentando".

   Eis que hoje, não tendo nada concreto que fizesse a noite passar depressa, pus-me a pensar...

   Depois de alguns meses após os rumores (bem verídicos, aqui para nós) de um suposto romance com um colega de trabalho terem começado, e quando eu pensava que já tudo tinha desvanecido da memória dos restantes colegas, e chefes especialmente, deparo-me com uma situação de certa forma constrangedora. Preparo-me para mais um dia de trabalho quando um dos meus colegas se aproxima de mim, com uma cara séria, e me pergunta se já conheço a nova amiga do meu "pseudo-namorado"... Ao que parece o moço andava simpaticíssimo com uma das nossas novas colegas e despertou a curiosidade do pessoal.

   Intrigada com o "pseudo-namoro" fui pesquisar. E descobri que há quem defenda que este é, basicamente, uma relação amorosa entre duas pessoas com medo de compromissos, que apesar de vivenciarem todas a conveniências e dinâmicas de um namoro, se recusam a vê-lo desta forma ou a torná-lo formal.

   Apesar de não ter dado muita importância ao assunto, às 3:00h da manhã dediquei-me à reflexão, já que não havia nada que pudesse ser visto na televisão suficientemente agradável para me distrair, estas palavras repetiam-se na minha cabeça, tal como tantas outras, ditas ao longo destes meses... 

   Dei por mim a lembrar-me dos nossos "encontros" e de tudo o que foi dito. Uma das frases que me perseguiram foi: "Tenho o hábito de fugir de tudo o que possa colocar os meus sentimentos em risco ou a deixar-me vulnerável", o que provei ser verdade, por isso, de falsa não me podem acusar, só de cobarde mesmo!

   Talvez não tivesse percebido a realidade dos acontecimentos se não tivesse um colega tão atento ao que se passa à sua volta. Dizem que só percebemos o verdadeiro valor das pessoas perante a hipótese de as perder, verídico. Agora percebo, que apenas por medo, acabei por fugir de algo que me fazia muito bem. Neste caso, não se aplica a velha máxima "Só me arrependo das coisas que não fiz"...

   Após tudo isto o que eu quero MESMO dizer é: "Fazes-me Falta..."

 

 

 

 

 

publicado por Luna às 11:05
sinto-me: Fazes mesmo falta xuxu...
música: Estranho jeito de amar
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